Depósito provisório de obras causa transtornos no bairro Vila Nova

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Uma montanha de detritos de obra macrodrenagem de rios entre uma escola estadual e um centro de educação infantil do município, no bairro Vila Nova, que inunda as ruas de lama, em dias chuvosos, e não tem previsão de sair dali.

Reclamações sobre a presença de um bota-espera (terreno que abriga provisoriamente restos da construção civil) em área escolar e residencial levaram vereadores da Comissão de Urbanismo a fiscalizar o local, na manhã desta segunda-feira (14).

Conforme as queixas dos moradores, as ruas sem pavimentação ficam intransitáveis quando chove e que o cheiro de esgoto também incomoda. O ponto de ônibus usado por alunos da Escola Estadual Bailarina Liselott Trinks, bem ao lado do bota-espera, também é afetado.

O que vai ser feito

Os servidores da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra) Pablo Eduardo de Lima e João Paulo dos Reis, disseram que pedirão melhorias à empresa, enquanto o bota-espera não é desativado. Os acessos ao local, que ficam nas esquinas, serão alterados, e uma vala de contenção será executada.

O ponto onde o bota-espera invadiu a rua, ao lado do centro de educação infantil, será modificado.

A Seinfra vai informar o prazo para execução das medidas depois que receber a informação da prestadora de serviço.

Pavimentação

A segunda fase da obra de macrodrenagem de rios prevê a pavimentação das ruas da região, informaram os representantes da Seinfra. Não há prazo para isso, no entanto.

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