PF auxilia na prisão de três foragidos de Santa Catarina em diferentes países

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Em uma semana, a Polícia Federal auxiliou na captura de três homens, foragidos da justiça catarinense, que estavam residindo fora do Brasil.

Um deles foi preso em Portugal, no último dia 10. O homem foi condenado, em 2022, a cumprir uma pena de seis anos e cinco meses, em regime fechado, pelo crime de roubo, praticado em 2017. Ele é natural de Blumenau.

Ele teve seu nome incluído na Lista de Difusão Vermelha da Interpol no mês de setembro deste ano e, em mais uma exitosa ação de cooperação policial internacional, foi localizado e detido pelas autoridades portuguesa.

O homem seguirá preso em Portugal enquanto aguarda os trâmites relativos à sua extradição para o Brasil para o efetivo cumprimento de sua pena.

O segundo preso, natural da Argentina, responde processo pelo crime de estupro de vulnerável, que teria sido praticado entre março e abril deste ano, em Vidal Ramos. Ele teve o nome incluído na lista de Difusão Vermelha da Interpol pela PF no dia 12 de dezembro, por haver um mandado de prisão preventiva em seu nome, e foi capturado dois dias depois, em seu país de origem pelas autoridades locais.

O homem segue preso na Argentina enquanto aguarda os trâmites relativos à sua extradição para o Brasil para o efetivo cumprimento de sua pena.

O terceiro foi detido no Paraguai, também no último dia 14, após uma intensa troca de informações entre a PF e as autoridades paraguaias. Ele teve o nome incluído na lista de Difusão Vermelha da Interpol pela PF no dia 25 de novembro desse ano.

O preso tem condenação por tráfico de drogas e associação para o tráfico nas comarcas de São José e Garopaba, e as penas relativas aos crimes imputados a ele chegam a mais de 22 anos de reclusão em regime fechado.

Após sua prisão, as autoridades paraguaias procederam à sua expulsão administrativa, com a entrega do preso à Polícia Federal Brasileira no Posto de Controle Migratório da Ponta da Amizade, em Ciudad del Este, Fronteira com Foz do Iguaçu/PR.

A Polícia Federal responde pelo Escritório Central Nacional da Interpol no Brasil, e é responsável pela Cooperação Internacional com outros países e organizações internacionais, sendo um importante instrumento de efetivação da justiça e enfrentamento à criminalidade transnacional.

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