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22/05/2025Dois dos 19 projetos que compõem a reforma administrativa da Prefeitura de Joinville tiveram pareceres favoráveis aprovados na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara de Vereadores de Joinville nesta quarta-feira (21), em reunião extraordinária.
O Projeto de Lei 126/25, relatado por Neto Petters (Novo), trata de órgãos da administração indireta e cria cargos no Hospital Municipal São José (+6) e no Instituto de Previdência dos Servidores Públicos (Ipreville), onde serão criados 7 cargos.
Salários de mais de R$ 20 mil
Já o PL 127/25, também relatado por Petters, faz modificações na administração direta, criando cargos nas secretarias de Infraestrutura (+42), Saúde (+7) e Desenvolvimento Econômico (+10) e extinguindo cargos nas secretarias de Meio Ambiente (-11), Fazenda (-7), Assistência Social (-6) e Administração e Planejamento (-4).
Entre elas estão a criação de duas funções com o nome de secretário-adjunto especificamente na Seinfra. Os secretários adjuntos receberiam R$ 20,5 mil mensais. A Seinfra ainda ganharia uma função específica chamada “diretor de operações” na quantidade de 11, que receberiam R$ 12,5 mil de salário, acrescidos de uma gratificação de função de R$ 5 mil.
Opiniões
O vereador Brandel Junior (PL), que pediu, ontem, mais tempo para avaliar os projetos, disse que discutirá o teor deles nas comissões de mérito e já se mostrou contrário à criação de cargos no Ipreville, por exemplo.
Diretores do Sindicato dos Servidores de Joinville e Região (Sinsej) também se manifestaram para pedir a realização de audiência pública. A presidente Mara Tavares disse que a categoria precisa entender o que está sendo proposto pela reforma. Welington Laufer afirmou que as propostas não podem ser aprovadas “a toque de caixa” porque afetam a carreira de 13 mil servidores ativos.
Presidente da CCJ, Neto Petters explicou que as audiências são realizadas nas comissões de mérito e não nesta comissão, que avalia a legalidade dos projetos. A próxima comissão a analisar as duas propostas aprovadas hoje na CCJ é a de Finanças.




