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26/03/2026Em 2026, vence o prazo para quem se aposentou ou se tornou pensionista do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em 2015. Esse prazo se dá porque a lei estabelece um período para o segurado contestar seus direitos. São dez anos contados a partir da concessão.
Solicitar a revisão do benefício pode trazer ganhos financeiros, como o aumento no valor mensal recebido e o pagamento de atrasados referentes aos últimos cinco anos. Segundo especialistas, “essa correção é indicada para casos em que houve erros no cálculo inicial ou para o reconhecimento de períodos trabalhados em ações judiciais”.
O prazo de 10 anos para pedir a revisão do benefício previdenciário começa a contar no primeiro dia do mês seguinte ao recebimento do primeiro pagamento. Por exemplo: quem recebeu a primeira aposentadoria em janeiro de 2015 tem até 1 de fevereiro de 2026 para solicitar a revisão. Este prazo é decadencial e não pode ser prorrogado, reforçando a urgência para que o segurado, assessorado por um especialista, não perca a chance de ter seu benefício recalculado corretamente.
Como saber se há erro no benefício?
A análise inicial e mais importante começa pela carta de concessão, que detalha o tempo de contribuição, os salários considerados e a regra aplicada para o cálculo do benefício. Ao comparar essas informações com os registros da carteira de trabalho e outros documentos, é possível identificar inconsistências, como períodos de contribuição não computados, salários menores do que os recebidos ou a aplicação de uma regra menos vantajosa.
Ao comparar essas informações com os registros da carteira de trabalho e outros documentos, como o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) completo, extratos do FGTS, comprovantes de recolhimento de autônomos, sentenças trabalhistas e outros meios de prova documental, é possível identificar inconsistências, como períodos de contribuição não computados, salários menores do que os recebidos ou a aplicação de uma regra menos vantajosa.
O advogado de Joinville, Rogério Giessel Junior, explica que para realizar essa verificação de forma eficaz em 2026, o advogado previdenciário deve utilizar ferramentas de cálculo especializadas e ter acesso a todas as documentações do segurado. “A expertise em identificar nuances da legislação e a capacidade de realizar cálculos comparativos são diferenciais para garantir o direito ao melhor benefício.”, diz o advogado.




