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02/04/2026O Tribunal de Contas da União(TCU) investiga indícios de superfaturamento e possível favorecimento na compra de veículos blindados durante a gestão de Jair Bolsonaro (PL) como presidente da República.
Os veículos adquiridos pela Polícia Rodoviária Federal(PRF), sob comando do então diretor-geral, Silvinei Vasquez, e também pela Polícia Federal (PF), então liderada pelo ex-ministro da Justiça, Anderson Torres, são considerados abaixo do padrão.
De acordo com informações do jornal O Globo, os contratos sob análise do TCU foram firmados entre a empresa Combat Armor Defense, empresa ligada a Daniel Beck, um apoiador de Donald Trump nos Estados Unidos.
SEM RELAÇÃO
A empresa atuou no Brasil entre 2019 e o primeiro semestre de 2023, e, segundo a Corte de Contas, não possui qualquer relação com a fabricação de blindados.
Desta forma, há a possibilidade de a Combat Armor Defense ter vencido os pregões brasileiros por favorecimento da “condescendência de agentes públicos”. Durante a gestão do ex-presidente inelegível Jair Bolsonaro, a empresa venceu:
• 4 pregões com a PRF e 1 com o Ministério da Defesa, em valor estimado de R$ 47,4 milhões;
• 1 pregão com a PMRJ, de cerca de R$ 20,8 milhões;
• 1 pregão para a aquisição de viaturas especiais para a PRF no Distrito Federal, da ordem de R$ 14,1 milhões.
AQUISIÇÃO
De modo geral, como apontam as investigações, a empresa recebeu R$ 38,9 milhões da União, sendo R$ 33,5 milhões por meio da PRF em contratos para a aquisição de veículos blindados operacionais.
Os contratos com a Combat Armor, que seguem sob análise, foram quitados nos 3 últimos meses de 2022, antes de o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), assumir a chefia do Executivo.




