
Imprensa internacional repercute tarifaço de Trump contra o Brasil
10/07/2025
Chuva deve voltar a Santa Catarina entre o domingo e segunda-feira
10/07/2025O Plenário da Câmara de Vereadores de Joinville, rejeitou na sessão desta quarta-feira (9), a abertura de um processo por quebra de decoro parlamentar contra a vereadora Liliane da Frada (Podemos). Por 8 votos contrários e 3 favoráveis, a denúncia apresentada pelo vereador Wilian Tonezi (PL) foi arquivada.
Para que a denúncia fosse acatada e encaminhada ao Conselho de Ética, era necessária a aprovação por maioria simples dos vereadores presentes. Com 15 parlamentares compondo o quórum no momento da votação, seriam necessários no mínimo oito votos favoráveis à investigação. O placar final, no entanto, registrou esse mesmo número de votos para rejeitar a proposta.
A denúncia protocolada por Tonezi se baseou em um discurso proferido pela vereadora na sessão de 30 de junho, no qual ela teceu duras críticas aos caçadores.
Argumentos em Plenário
Ao defender a abertura do processo,Tonezi argumentou que a responsabilidade de julgar as falas proferidas em Tribuna é da própria Câmara. Ele ressaltou que a aceitação da denúncia não representaria uma condenação prévia, mas sim o caminho para uma apuração justa, garantindo à vereadora seu pleno direito de defesa. O parlamentar também defendeu a atividade dos caçadores, que considera benéfica para o manejo ambiental.
Além de Tonezi, os vereadores Instrutor Lucas, Cleiton Profeta e Brandel Junior defenderam a abertura da investigação contra a vereadora.
Em sua defesa, Liliane pediu desculpas por sua declaração, classificando-a como uma “figura de linguagem” dita em um momento em que “perdeu a compostura”. A parlamentar relatou ter recebido ameaças de morte após o episódio e atribuiu sua fala ao ambiente político tenso da Casa. Por fim, citou seu trabalho na causa animal como prova de que seu princípio fundamental é a defesa da vida.



