Juíza profere decisões referentes às operações Alcatraz e Hemorragia

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Segundo as investigações, Colombo seria o operador financeiro do deputado estadual Júlio Cesar Garcia (foto), ex-presidente da Alesc)

 

 

Na última sexta-feira (26), a juíza Janaína Cassol Machado, da 1ª Vara da Justiça Federal em Florianópolis, proferiu  decisões no âmbito das operações Alcatraz e Hemorragia, negando os pedidos de dois investigados de manterem contato com outras pessoas que tenham relação com os fatos, ainda que sejam seus familiares.

Na Operação Alcatraz, foi negado o pedido do deputado estadual Julio Cesar Garcia, referente a três filhos, que também são investigados. O deputado está sujeito ao cumprimento de medidas cautelares, como a proibição de manter contato com outros investigados.

Na Operação Hemorragia, foi negado o pedido do ex-secretário de Estado da Administração, Milton Martini, referente a cônjuge e três filhos. O ex-secretário está cumprindo prisão preventiva em casa por causa da pandemia, o que não se confunde com prisão domiciliar. “Isso significa que o investigado não está em seu domicílio por nenhuma razão pessoal – sequer é caso de prisão domiciliar prevista no art. 318 do Código de Processo Penal”, afirmou a juíza.

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