Servidores ocupam a Câmara de Vereadores de Joinville contra Reforma da Previdência

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Mesmo impedidos de acompanhar a reunião da Comissão de Legislação da Câmara da Câmara de Vereadores de Joinville, chamada extraordinariamente para a tarde de ontem (2), pelo seu presidente Alisson Julio (NOVO), e que definiria a relatoria do projeto de Reforma da Previdência, servidoras e servidores, reunidos em assembleia, ocuparam o prédio da Câmara para exigir o direito de acompanhar a tramitação dos projetos que poderão prejudicar a aposentadoria da categoria

Após a pressão dos servidores,  o presidente da Câmara Mauricio Peixer (PL) .permitiu que uma comissão de trabalhadores tivesse acesso ao presidente da Comissão para pedir a suspensão da tramitação do projeto. Segundo ofícios entregues pelo Sinsej aos presidentes da Câmara e da Comissão, não há como manter a tramitação sem a garantia da participação ampla da categoria e da população, os principais afetados com a Reforma da Previdência. “Se nós não podemos entrar, os projetos não podem tramitar”, afirmou a presidenta do Sinsej Jane Becker.

O Vereador Alisson  não acatou a suspensão e se resignou relator dos projetos de Lei Complementar nº 8/2021, de Lei Ordinária nº 23/2021 e Proposta de Emenda a Lei Orgânica nº 3/2021. Os projetos devem retornar à discussão no dia 15, mas nada impede que volte à pauta em alguma reunião extraordinária. Além da Comissão de Legislação, o texto vai passar pelas comissões de Saúde e de Finanças.

 

O Sinsej deliberou por uma mobilização em frente ao Hospital São José na sexta-feira (5),  às 10 horas com faixas e materiais de conscientizaçãocontra o projeto de privatização do prefeito Adriano,  que poderá precarizar o acesso da população à saúde e da Reforma da Previdência. Outro encaminhamento foi por paralisação o dia todo, com assembleia às 14 horas, no dia em que a Comissão retomar a tramitação, a princípio marcada para o dia 15 de março.

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